Escola Municipal Rubens Berardo
quarta-feira, 21 de maio de 2014
OFICINA A CÉU ABERTO - ZONA PORTUÁRIA E MUSEU DOS PRETOS NOVOS
O Memorial dos Pretos Novos é parte integrante do Instituto de
Pesquisa e Memória Pretos Novos - IPN que tem por finalidade a reflexão
sobre a escravidão no Brasil, assim como o desenvolvimento de projetos
educativos e de pesquisa para a preservação da memória dos Pretos
Novos.
Pretos Novos era o nome dado aos cativos recém-chegados da África e desembarcados no Rio de Janeiro, em meados do século XIX, em uma área da cidade chamada, então, de Pequena África. Neste local, hoje a zona portuária da Gamboa, ficava o mercado de venda dos negros cativos.
Com a proibição do tráfico negreiro, o cemitério foi fechado e a memória de sua existência sepultada em razão dos sucessivos aterros ocorridos na região, assim como ao apagamento de parte importante da história da escravidão na cidade do Rio de Janeiro.
Pretos Novos era o nome dado aos cativos recém-chegados da África e desembarcados no Rio de Janeiro, em meados do século XIX, em uma área da cidade chamada, então, de Pequena África. Neste local, hoje a zona portuária da Gamboa, ficava o mercado de venda dos negros cativos.
O memorial é um sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos que
funcionou no local, entre os anos de 1769 e 1830, um ato de reverência e
respeito aos milhares de negros recém-chegados à colônia, mortos ou
doentes devido aos maus tratos durante a travessia do Atlântico.
Estima-se que ali tenham sido depositados, em valas coletivas, os
corpos de 20 a 30 mil negros, muito embora estes números não façam parte
dos registros oficiais.Com a proibição do tráfico negreiro, o cemitério foi fechado e a memória de sua existência sepultada em razão dos sucessivos aterros ocorridos na região, assim como ao apagamento de parte importante da história da escravidão na cidade do Rio de Janeiro.
O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos - IPN, Museu Memorial,
tornou-se um dos mais novos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro, graças
ao “Projeto Memorial Pretos Novos: Resgatar a memória de um povo é
preservar a cultura de um país”.
http://www.museusdorio.com.br/joomla/index.php?option=com_k2&view=item&id=83:memorial-dos-pretos-novos
ZONA PORTUÁRIA DO RIO DE JANEIRO
Uma das áreas mais degradadas do Rio de Janeiro fica,
contraditoriamente, em uma das áreas historicamente mais importantes da
cidade: a zona portuária. A oportunidade única que a cidade recebeu para
sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos em 2016 está transformando a região.
Mais do que isso. Durante as escavações para as obras de revitalização,
foram encontrados diversos objetos de grande valor histórico e
arqueológico, que culminaram com a criação do Circuito Histórico e
Arqueológico da Celebração da Herança Africana.
Monitoradas
pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),
sob a coordenação da arqueóloga do Museu Nacional/UFRJ, Tania Andrade
Lima, as escavações revelaram a existência de centenas de objetos
pertencentes às classes dominante e escrava, a maioria de objetos da
cultura africana. Mas o mais importante: foi encontrado o Cais do
Valongo, o porto mais importante do Império Colonial Português.
História do Porto do Rio
Os serviços de
expedição de mercadorias para o exterior e para outros estados
brasileiros por via marítima eram efetuados por meio de saveiros, que
atracavam em pontes de madeira denominados piers ou cais. De 1779 a
1831, desembarcaram no Brasil cerca de 500 mil africanos escravizados no
Cais do Valongo, região que compreendia os bairros da Saúde e Gamboa.
Em 1871, com a construção da Doca da Alfândega, surgiram os primeiros
projetos para o desenvolvimento do porto do Rio, que então funcionava
por meio de instalações dispersas.
Em 1903, o porto do Rio de
Janeiro iniciou a primeira etapa de modernização e foi oficialmente
inaugurado no dia 20 de julho de 1910. O Jornal do Brasil publicou: “Das
várias obras mandadas executar, a que hoje se inaugura é uma das mais
importantes e representa o desejo de uma população, só muitos anos
depois transformado em realidade... Quem percorre o trecho do cais
pronto, no Mangue, sente-se admirado, orgulhoso mesmo da extraordinária
transformação, que ora apresenta o Porto do Rio de Janeiro”. Hoje, o
porto é um dos mais movimentados do país quanto ao valor das mercadorias
e à tonelagem. Os principais produtos escoados são minério de ferro,
manganês, carvão, trigo, gás e petróleo.
http://www.rio2016.com/noticias/noticias/zona-portuaria-do-nascimento-a-criacao-do-circuito-da-heranca-africana
terça-feira, 20 de maio de 2014
FESTA JUNINA PEJA 2013
E a diretora, professora Vera, abre a festa junina!!
Linguagens Artísticas + Língua Estrangeira = Sucesso.
A Professora Orientadora, Pricila, é uma grande parceira sempre!
Porque aprender e se divertir não tem idade e é maravilhoso...
Composição: Geraldo Medeiros e Haroldo Lobo
O baile lá na roça foi até o sol raiar
A casa estava cheia mal podia se andar
Estava tão gostoso aquele reboliço
Mas é que o sanfoneiro só tocava isso!
De vez em quando alguém vinha pedindo pra mudar
O sanfoneiro ria, querendo agradar
Diabo, é que a sanfona tinha qualquer enguiço
Mas é que o sanfoneiro só tocava isso!
Professora Cicília e a aluna no arraiá
A quadrilha, como sempre, é um arraso!!
Agradecimento especial a professora Isabel Rodrigues que sempre se dispõe a ensaiar e organizar a quadrilha.
Saudades Professora Ana Lúcia. Será sempre bem-vinda!
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